Sábado, Junho 28, 2008

Brasil versus Suécia, a final de 1958 na íntegra

Amigos caroceiros.
Assistam AQUI os 90 minutos de Suécia 2 x 5 Brasil, o jogo que terminou com nosso complexo de vira-latas. A narração está em sueco - mas é fascinante, sob qualquer ponto de vista, acompanhar a final da Copa de 1958, exatos 50 anos depois. O ritmo é outro, parece balé - e foi.

Quarta-feira, Fevereiro 13, 2008

O vídeo da grave contusão de Ronaldo

Ronaldo, o Fenômeno,rompeu o tendão patelar do joelho esquerdo dois minutos depois de entrar em campo contra o Livorno, pelo Campeonato Italiano. O jogo terminou empatado em 1 a 1. No lance da contusão, deu-se o pênalti que seria convertido e selaria o resultado final da partida. Pouco importa. É um novo drama na carreira do atacante de 31 anos, o maior artilheiro da história das Copas, com 15 gols. Ele deverá ficar parado de 9 a 12 meses. Pode ser o início do fim de uma grande carreira.





Sexta-feira, Dezembro 28, 2007

Feliz 2008 com lirismo e humor

O jornalista Airton Gontow, da Gontof Comunicação, velho gremista conhecido do Caroço, nos enviou um texto de boas entradas. Leiam e divirtam-se. Crônica e humor de primeira qualidade. Vocês podem nos perguntar: e o que é que essa mensagem tem a ver com o Caroço? Duas explicações: Airton é tricolor roxo e como o futebol é sinônimo de belas doses de lirismo e boas risadas, tá explicado. Feliz 2008!
- - - - - - -

Releases para sempre!

Jornalista abusa do "nariz de cera" para enviar votos de Feliz Ano Novo


Dono de assessoria de imprensa despreza as regras básicas do Jornalismo e faz um texto piegas. “Mas é sincero e cheio de amor”, defende-se o diretor da Gontof Comunicação, Airton Gontow.



“Desejo a você, colega de profissão, um ano novo cheio de sucesso, paz, amor e saúde. Agradeço pelo apoio que você deu à nossa assessoria de imprensa durante todo o ano, especialmente, pela forma atenciosa e, até, carinhosa com que sempre recebeu as nossas ligações, ainda que às vezes em momentos inadequados, em plena hora do fechamento”. Foi esta a mensagem que o jornalista Airton Gontow, diretor de Jornalismo da Gontof Comunicação, escreveu para enviar aos colegas de profissão como desejo de Feliz 2008. A mensagem foi escrita depois que ele abriu a janela (não a do Windows, mas a da sua sala), contemplou o horizonte, ouviu o cantar dos pássaros e se deixou inebriar pela paisagem. “Demorei uns dez minutos, tempo mais que suficiente para um texto jornalístico nos dias de hoje. Até procurei no Google para ver se tinha alguma mensagem bonita e original que me ajudasse a escrever a minha mais rapidamente, mas infelizmente não encontrei nada”, disse Gontow.

Questionado por nossa reportagem se não teme ser visto como o autor de uma mensagem piegas pelos colegas de profissão, neste momento em que se exige de tudo e de todos relações rápidas e conversas impessoais, Gontow disse que arriscaria: “Procurei expressar toda a minha gama de sentimentos e, ainda, lembrar que todos nós, independente da pressa e das pressões, somos colegas, lutamos por nossas famílias e sonhamos com um ano novo bom para todos. É um texto sincero e cheio de amor”, afirmou cheio de sentimentalismo.

Para finalizar, Gontow de forma descarada adaptou o “slogan” feito por ele mesmo para o Feliz 2007 e finalizou sua mensagem da seguinte maneira: “Que ao final de 2008 a gente possa dizer: Nunca fomos tão releases!”. “Quem espera criatividade? Eu tinha de terminar o release/cartão. Não podia deixar para o outro ano só porque não encontrava um final melhor”, justificou o jornalista.


Anotem o email do Airton: redacao@gontof.com.br

Domingo, Dezembro 09, 2007

Uma visão inteligente sobre Mano Menezes


O Caroço recebeu o texto a seguir do jornalista Airton Gontow,gremista fanático, uma das grandes penas da imprensa esportiva. Trata de Mano Menezes, o novo treinador do Corinthians na Série B do Brasileirão. A crônica foi originalmente publicada no blog do Juca Kfouri. Leiam:


Adeus, Manin

Por Airton Gontow



Já que o remake dos grandes filmes está em moda, que tal fazer uma nova versão de "Inacreditável – A Batalha dos Aflitos", documentário longa-metragem tão bem dirigido por Beto Souza, com roteiro de Eduardo Bueno? Não, não é preciso mudar muita coisa. Aos 35 minutos do segundo tempo o juiz marca um pênalti inexistente para o Náutico. Os jogadores do Grêmio reclamam, protestam, peitam o árbitro e um a um são expulsos até que ficam apenas sete em campo. Sete contra onze!

O roteiro, o cenário, os personagens, tudo permanece igual. O estádio lotado com 20 mil pernambucanos ensandecidos, o pênalti contra, o Grêmio desfigurado. O adversário ajeita a bola, toma distância, dá uma curta corrida em direção à bola e – agora é que o filme muda! – faz o gol de pênalti.

Ao contrário do antológico filme de Wolfgand Becker, "Adeus, Lênin", em que o personagem procura reinventar um mundo em que o Muro de Berlim não caiu, imaginemos um filme em que o Grêmio não subiu à Primeira Divisão do futebol brasileiro.

O que seria dito no dia seguinte? O que estaria estampado nos jornais? O que estaria na boca do povo e nas vozes dos ferozes cronistas esportivos do Sul do País? Como seriam os depoimentos dos personagens – jogadores e torcedores famosos - neste remake de "Batalha dos Aflitos". O novo filme tem as respostas: "O Mano Menezes pôs o time lá atrás e o Grêmio não deu um único chute a gol durante toda a partida!", "O Grêmio mais uma vez jogou um futebol covarde fora dos seus domínios!", "O Mano não mandou o time para frente nem mesmo depois de o Náutico perder dois gols e um pênalti no primeiro tempo", "Como pode um técnico deixar o craque do time, o Ânderson, no banco de reservas durante quase todo o jogo decisivo e, pior, em quase toda a competição?"

Mano Menezes seria visto como um técnico que sabe ler como poucos o esquema tático do adversário, que consegue extrair o máximo empenho e desempenho de um limitado grupo de jogadores e, ainda, como um notável motivador de grupo. Mas também seria percebido como um técnico que não sabe criar esquemas para aproveitar melhor o potencial de seus poucos craques, que atua de forma covarde e inadmissível fora do Olímpico e que possui o estranho hábito de colocar em campo alguns jogadores como Ramon, contra a opinião de todos e da própria bola, que se afasta sempre que a procuram.

Neste enredo alternativo, que proponho agora, Mano Menezes seria colocado em seu devido lugar – ao contrário do filme e da realidade, onde foi guinado à condição de responsável maior pela conquista. Se Mano não é, obviamente, um vilão, também não é o mocinho da história, o herói destemido que arrancou o time das garras desta terrível bandida, que é Segundona. Neste filme, Mano é apenas um bom ator coadjuvante, que até consegui roubar algumas cenas, mas que não tem a mesma importância na vitória contra o Náutico que Ânderson, Gallato e a mítica camisa tricolor – esses sim os verdadeiros heróis dos Aflitos.

Mano não é herói no meu remake da "Batalhas dos Aflitos". Não apenas porque na nova história o Grêmio perde a guerra, mas porque o cinema não transforma o medo em heroísmo! Além disso, é um treinador que se recusa terminantemente a aprender com as lições da história. Transformou o que foi sorte em tática de jogo e atuou como nos Aflitos na quase totalidade das partidas fora do estádio Olímpico.

Se alguns personagens do Cinema ficaram imortalizados por suas expressões, como o T-800 de Arnold Schwarznegger em "O Exterminador do Futuro", com seu "Hasta la vista Baby", em meu remake dos Aflitos - e em todos os outros filmes seguintes -, vemos Mano Menezes, em close, dizer antes das partidas do Grêmio jargões como "Temos de valorizar a posse de bola" e "Precisamos saber jogar com inteligência aproveitando os erros do adversário"...

Mano sempre diz a mesma coisa e o Grêmio invariavelmente perde as partidas disputadas fora de seus domínios. Em um dos filmes, vemos o tricolor gaúcho derrotado em seis dos sete jogos disputados fora de casa na Libertadores (a única vitória aconteceu contra o Cerro, com o goleiro Saja defendendo um pênalti no último minuto). Em outra película, o Grêmio é derrotado em 12 das 19 partidas jogadas fora de casa (das cinco vitórias, duas foram no próprio estado, contra Inter e Juventude; e uma contra o América, último colocado, com portões fechados). Sempre jogando com inteligência. Sempre valorizando a posse da bola.

E no documentário sobre o último Campeonato Gaúcho então? Vou mostrar em câmera lenta alguns lances dos jogos mais importantes sob o comando de Mano Menezes. Reparem na postura passiva do Grêmio na derrota de 3 a 0 para o Caxias na final do Gauchão, lá na Serra! Percebam a postura retranqueira do time! Vejam no filme do Brasileirão em slow-motion os melhores (piores?) momentos dos quatro jogos decisivos fora de casa na reta final do campeonato – contra o América não conta! Derrota para o Flamengo, para o São Paulo, para o Atlético e para o Palmeiras. Sempre jogando com inteligência. Sempre esperando pelo adversário.

Haverá neste documentário os depoimentos dados por jornalistas e pelo goleiro Rogério Ceni do São Paulo após a partida, estupefatos com o fato do campeão brasileiro ter atacado mais que um time que precisava da vitória. Também destaque para o banco de reservas. O técnico preferiu trocar o Bustos, exímio batedor de faltas, pelo Patrício. E ainda colocou o Ramon de titular. Tetas no lugar de Bustos!
Assistam também ao documentário de terror que foi a partida contra o Flamengo no Maracanã. O Grêmio havia atuado contra o Goiás no domingo anterior, em Porto Alegre, em jogo morno. Já o Flamengo tinha viajado para pegar o Paraná, em partida dificílimo no domingo e, depois, enfrentado seu arqui-rival Vasco, em partida disputada em ritmo alucinante e debaixo de uma chuva torrencial durante os 90 minutos. Para piorar, o Flamengo atuou com dez desde o início. No domingo, era o jogo de um time descansado contra uma equipe extenuada. O que o Grêmio fez? Jogou com inteligência, e valorizou a posse de bola. Ficou aguardando pelo Flamengo! Não cansou o adversário. Não sufocou o rival. O Flamengo gostou do jogo. A torcida se empolgou e a derrota foi, mais uma vez, inevitável. O mesmo filme de sempre. A mesma tática vencedora dos Aflitos! O acaso transformado em filosofia de jogo!

Há também as cenas lamentáveis de outros jogos do Grêmio fora de casa, como contra o Santos, quando o adversário estava morto em campo e os próprios narradores de diferentes emissoras diziam que o Grêmio não queria vencer a partida! Vejamos as imagens do embate contra o combalido Corinthians no Pacaembu. O Grêmio ganhando de um a zero, a torcida corintiana vaiando o time, a bola queimando dos pés dos jogadores do timão.... Como em tantas outras no campeonato, o Grêmio poderia ter arrancado em rápidos contra-ataques de dois contra um, de três contra um. Mas não podia. Lá à beira do gramado estava o coadjuvante transformado em astro principal: gesticulando e gritando com o time! "Estamos ganhando, estamos ganhando; é preciso valorizar a posse de bola; é preciso jogar com inteligência!" E mais uma vez o Grêmio não definiu a vitória. O Corinthians empatou, a torcida passou a apoiar o time e a derrota improvável, para um time medonho, acabou se tornando realidade.
Neste Brasileirão, na imensa maioria dos jogos em que o Grêmio saiu na frente não houve um único contra-ataque que ampliasse a vantagem. Contra o Palmeiras, o Atlético-MG e, agora, o Corinthians, vitórias parciais e – é preciso jogar com inteligência! –, no fim, empate. Contra o Figueirense, vitória parcial e, no fim, derrota. O Grêmio sempre tocando a bola de forma inócua, sempre abdicando do ritmo de jogo e da fluidez necessária ao bom futebol.

Claro, dirão alguns, há jogos em que o Grêmio goleou ou, ao menos, abriu dois gols de vantagem. Mas foram partidas em que o time havia perdido fora de seus domínios e o técnico não podia segurar o resultado. Nestes jogos eliminatórios, Mano não podia controlar o time, não podia pedir que valorizassem a posse de bola e que abdicassem do ataque. Catástrofe nos três a zero para o Caxias? Quatro a zero em Porto Alegre! Dois a zero para o Defensor no Uruguai? Dois a zero em casa e vitória nos pênaltis! Derrota para o São Paulo por placar mínimo no Morumbi? Dois a zero no Olímpico!
Mano, repito, tem méritos e tudo para se firmar como um dos grandes treinadores do País. Mas por enquanto é ainda um técnico menor – um Celso Roth melhorado, capaz de tirar o time das últimas colocações e conduzi-lo a lugares seguros, mas não ao topo da tabela de grandes competições de pontos corridos, como o Brasileiro. Ainda que possa até conquistar uma Libertadores, como quase conseguiu este ano - nos mata-matas. Perdendo fora, vencendo em casa...

O Grêmio deve muito ao treinador e torço até para que ele volte no futuro. Mais ousado e maduro. Mas o fato é que mesmo com jogadores apenas razoáveis o time poderia ter ido mais longe. É hora de colocar outro filme no DVD. Talvez por isso o ato falho do presidente Paulo Odone ao anunciar como novo técnico ninguém mais ninguém menos que "Walter Avancini".
Bem-vindo Vagner Mancini! Adeus, Manin! Ou melhor: Hasta la vista, baby!

Quarta-feira, Dezembro 05, 2007

Corinthians minha vida, Corinthians meu amor

O Gustavo tem 9 anos de idade. É corintiano desde sempre. É ele o autor do blog Redonda. No sábado, 1º de dezembro, nasceu o irmãozinho do Gustavo, o Daniel. Para não correr riscos, o mais velho tratou de ensinar aos mais novo uma bela canção. Ouçam. O pai, amador no trato com câmeras fotográficas transformadas em câmeras de video, filmou de lado - daí a imagem torta. Virem o pescoço e aproveitem. É a toada que levará o Timão de volta à Série A em 2008.

Terça-feira, Dezembro 04, 2007

"Chorei de tristeza"

Caroceiros corintianos.
Desculpem o "nepotismo" mas sugiro a leitura do blog "Redonda Futebol", cujo link aparece aí embaixo e ao lado, à direita. É do meu filho, Gustavo, de 9 anos, torcedor roxo do Timão. É o desabafo ingênuo e preciso de quem torcerá muito, e cada vez mais, em 2008.

Fábio Altman

Redonda

Sexta-feira, Novembro 30, 2007

Sou louco por ti Corinthians

Domingo, Dezembro 17, 2006

OH, INTERNACIONAL !!

Para celebrar o título mundial do Inter, o hino colorado cantado em japonês.


Domingo, Dezembro 10, 2006

UM DIA ALEGRE PARA O CAROÇO

Com imensa alegria, o Caroço celebra a morte do ditador chileno Augusto Pinochet. Teria sido melhor se ele sofresse mais alguns dias, se a agonia do criminoso fosse mais prolongada, mas vá lá... ao menos ele está morto.
É o momento adequado para lembrar de um instante pequeno do futebol chileno, a triste jornada em que Roberto Rojas, o goleirinho, fingiu ser atingido por um foguete em 3 de setembro de 1989, no Maracanã, pelas eliminatórias da Copa da Itália. O Chile foi suspenso de dois Mundiais, Rojas caiu no ridículo e a moça que lançara o artefato foi parar nas páginas da Playboy. Evidentemente nenhum deles têm culpa de Pinochet ter sido o que foi, e muitos lutaram pelo retorno da democracia ao Chile... mas como nosso negócio é futebol, acompanhem as imagens. São oito minutos de imagens com narração em espanhol:

Sexta-feira, Novembro 24, 2006

OS 30 ANOS DE UMA JORNADA HISTÓRICA

Anotem na agenda: 5 de dezembro é a data de 30 anos da invasão do Maracanã pela torcida do Corinthians. Acompanhem, em uma oferta do Caroço, garimpada no You Tube, as imagens do Canal 100. Saudade das boas. Para ver e rever, mesmo os não corintianos.